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segunda-feira, 26 de setembro de 2011

Dinâmica da Teatralização

Dividir a sala em grupos e entregar os poemas abaixo. Pedir que eles trabalhem a emoção nas suas falas na hora de declamar os poemas.


Enfatizar a importância da emoção na fala de quem se apresenta em público, seja para realizar uma palestra, um treinamento ou qualquer tipo de aula, para qualquer tipo de público.



Ao Amor Antigo

O amor antigo vive de si mesmo,
não de cultivo alheio ou de presença.
Nada exige nem pede. Nada espera,
mas do destino vão nega a sentença.

O amor antigo tem raízes fundas,
feitas de sofrimento e de beleza.
Por aquelas mergulha no infinito,
e por estas suplanta a natureza.

Se em toda parte o tempo desmorona
aquilo que foi grande e deslumbrante,
a antigo amor, porém, nunca fenece
e a cada dia surge mais amante.

Mais ardente, mas pobre de esperança.
Mais triste? Não. Ele venceu a dor,
e resplandece no seu canto obscuro,
tanto mais velho quanto mais amor.

 Carlos Drummond de Andrade


  
Há duas formas de viver a vida: 
Uma é acreditar que não existe milagre. 
A outra é acreditar que todas as coisas são um milagre.

 Fernando Pessoa




A arte de ser feliz

Houve um tempo em que minha janela se abria
sobre uma cidade que parecia ser feita de giz.
Perto da janela havia um pequeno jardim quase seco.

Era uma época de estiagem, de terra esfarelada, e o jardim parecia morto.

Mas todas as manhãs vinha um pobre com um balde, e, em silêncio, ia atirando com a mão umas gotas de água sobre as plantas.

Não era uma rega: era uma espécie de aspersão ritual, para que o jardim não morresse.

E eu olhava para as plantas, para o homem, para as gotas de água que caíam de seus dedos magros e meu coração ficava completamente feliz.

Às vezes abro a janela e encontro o jasmineiro em flor.

Outras vezes encontro nuvens espessas.

Avisto crianças que vão para a escola.

Pardais que pulam pelo muro.

Gatos que abrem e fecham os olhos, sonhando com pardais.

Borboletas brancas, duas a duas, como refletidas no espelho do ar.

Marimbondos que sempre me parecem personagens de Lope de Vega.

Ás vezes, um galo canta.

Às vezes, um avião passa.

Tudo está certo, no seu lugar, cumprindo o seu destino.

E eu me sinto completamente feliz.

Mas, quando falo dessas pequenas felicidades certas, que estão diante de cada janela, uns dizem que essas coisas não existem, outros que só existem diante das minhas janelas, e outros, finalmente, que é preciso aprender a olhar, para poder vê-las assim.


Cecília Meireles





As sem-razões do amor


Eu te amo porque te amo.
Não precisas ser amante,
e nem sempre sabe sê-lo.
Eu te amo porque te amo.
Amor é estado de graça
e com amor não se paga.

Amor é dado de graça,
é semeado no vento,
na cachoeira, no eclipse.
Amor foge a dicionários
e a regulamentos vários.

Eu te amo porque te amo
bastante ou demais a mim.
Porque amor não se troca,
não se conjuga nem se ama.
Porque amor é amor a nada,
feliz e forte em si mesmo.

Amor é primo da morte,
e da morte vencedor,
por mais que o matem (e matam)
a cada instante de amor.

Carlos Drummond de Andrade






Amor é bicho instruído

Amor é bicho instruído
Olha: o amor pulou o muro
o amor subiu na árvore
em tempo de se estrepar.
Pronto, o amor se estrepou.
Daqui estou vendo o sangue
que escorre do corpo andrógino.
Essa ferida, meu bem
às vezes não sara nunca
às vezes sara amanhã.

Carlos Drummond de Andrade



Além da Terra, além do Céu

Além da Terra, além do Céu,
no trampolim do sem-fim das estrelas,
no rastro dos astros,
na magnólia das nebulosas.
Além, muito além do sistema solar,
até onde alcançam o pensamento e o coração,
vamos!
vamos conjugar
o verbo fundamental essencial,
o verbo transcendente, acima das gramáticas
e do medo e da moeda e da política,
o verbo sempreamar,
o verbo pluriamar,
razão de ser e de viver.

Carlos Drummond de Andrade




 

Não te amo mais
Estarei mentindo dizendo que
Ainda te quero como sempre quis
Tenho certeza que
Nada foi em vão
Sinto dentro de mim que
Você não significa nada
Não poderia dizer mais que
Alimento um grande amor
Sinto cada vez mais que
Já te esqueci!
E jamais usarei a frase
Eu te amo!
Sinto, mas tenho que dizer a verdade
É tarde demais...


(leia também de trás pra frente)

Dinâmica do Gesto

Pedir que um participante por vez sair da sala; combinar com ele qual dos erros abaixo ele vai cometer na hora de se apresentar na frente da sala; pedir para a sala identificar qual a dificuldade apresentada:

  • Gesticulação excessiva;
  • Ausência de gesticulação;
  • Braços cruzados; 
  • Mãos no bolso; 
  • Pernas cruzadas; 
  • Troca excessiva de apoio das pernas; 
  • Não olhar para as pessoas da platéia; 
  • Dar uma informação triste com a fisionomia alegre;
  • Dar uma informação alegre com a fisionomia triste;
  • Ombros caídos (excesso de humildade); 
  • Orador com postura arrogante; 
  • Orador demonstrando insegurança.

Dinâmica do Bolinho de Café


Dividir a turma em pequenos grupos e pedir que leiam a receita do Bolinho de Café com os diferentes tons de voz abaixo:


  • Juiz lendo sentença no tribunal;
  • Político discursando em campanha eleitoral;
  • Pai lendo história para o filho dormir;
  • Pessoa muito chateada;
  • Pessoa se afogando e pedindo socorro;
  • Pessoa contando uma história de terror;
  • Locutor narrando uma partido de futebol.




Bolinho de café

2 colheres (sopa) de pó de café
3 copos americanos de leite fervente
2 copos americanos de açúcar
6 gemas
1 pacote de gelatina em pó sem sabor
3 colheres (sopa) de água fria para hidratar a gelatina
½ litro de creme de leite fresco gelado
Chantilly e calda de chocolate para decorar


Escalde o café com leite. Deixe em infusão por 5 minutos, coe e reserve. Bata o açúcar com as gemas até dobrar o volume. Junte o café reservado e leve ao fogo em banho-maria até espumar e formar uma película cremosa na colher de pau. Retire do fogo.

Exercícios de Expressão Vocal (dicção)



A técnica vocal é desenvolvida por meio do treino
constante e realização de exercícios de dicção.



1.
A Alma almada acalanta, abranda, acalma.

2.
A fraca franga abalada arrasta a asa.

3.
A lagarta ataca a arara.

4.
Carmen coquete concorda com o coquetel com croquetes.

5.
Caio, com o corpo coberto com corda, cantarolava com o clarim.

6.
Quando cooperamos com aqueles que cooperam conosco, conseguimos grande conceito.

7.
Cumprindo com a concordata, ganhamos confiança.

8.
Dagoberto doutor descreve dezenas de doutrinas e dogmas, adotando o doutoramento dele editado.

9.
Filomena Felícia Fausta Fonseca, formosa flor, farmacêutica fez formidáveis fórmulas, fabricou formosos fortificantes, fazendo felizes frenéticos fregueses.

10.
Gaivotas graciosas ganhavam agasalho na grácil grama de Gramado.

11.
Guloso guri gulosava gulodices e a gurizada guturalizava nos gurupés.

12.
Guerrilheiros guerreavam na guerra dos guetos.

13.
O genovês, jovem gigante, gira e geme no ginásio, na ginástica.

14.
Limão, laranjas e limas levados pelo larápio ladino e lépido, largados na lufa no lodo da vala.

15.
Malévolo maloqueiro mandou o moroso menino mendigar da miúda mulher da morada do morro.

Exercícios de Consciência Corporal


Colocar uma música de relaxamento, pedir que os participantes fechem os olhos e fiquem o mais relaxados possível (podem deitar no chão se quiserem).

Iniciar a narração a seguir:

Vamos iniciar uma viagem pelo corpo de vocês e essa viagem só será prazerosa e interessante se você colocarem a atenção de vocês na minha voz e seguirem as instruções que forem dadas.

Iniciamos essa viagem através do dedão do seu pé, coloque sua atenção no seu dedão, tente se lembrar como ele é, depois vá voltando sua atenção para os demais dedos do seu pé, pense neles com carinho, quantas vezes por dia você se lembra deles?

A narração acima se repetirá com todos os elementos abaixo, na seguinte seqüência:

Tornozelo
Batata da perna
Joelho
Coxa da perna
Perna inteira
Quadril
Cintura
Barriga
Tórax
Dedos da mão
Mão
Braço
Pescoço
Cabeça
Rosto (pedir para eles tocarem o rosto num processo de descobrimento da partes que o compõe)


Dança das Partes


Colocar trechos de músicas e iniciar movimentos com as partes abaixo, uma de cada vez:

Batata da perna
Joelho
Quadril
Tórax
Mãos
Braços
Pescoço e cabeça

Após mexer cada parte, colocar uma música e pedir que dancem mexendo todas as partes do corpo.


Teste de Comunicação Verbal

Você é bom comunicador?

1 – O que você pensa da sua voz na secretária eletrônica?
a)    parece estranha, é horrível, não gosto.
b)    Gosto, mas acho que tem muitos defeitos.
c)    É maravilhosa, com bom timbre, musicalidade, boa dicção. Parece voz de locutor.

2 – No que diz respeito ao olhar, qual é sua atitude?
a)     Não costumo olhar nos olhos das pessoas quando falo com elas; tenho vergonha, até tento, mas não consigo. Fico inibido.
b)     Olho às vezes, mas logo disfarço olhando para cima, para os lados ou para baixo.
c)     Olho com firmeza e segurança, sem constranger a outra pessoa.

3 – Sobre seus gestos, como você costuma se comportar?
a)    Seguro minhas mãos, enfio-as nos bolsos, cruzo os braços ou preciso ficar segurando algo.
b)  Solto as mãos, faço alguns gestos e alguns movimentos e sei que os gestos reforçam a expressão corporal.
c)    Faço gestos e sei que eles são adequados ao conteúdo e ao processo de fala, formando um conjunto harmonioso em relação à expressão corporal.

4 – Como você definiria seu estilo?
a)    Sou do meu jeito, minhas roupas e a aparência são diferentes da maioria das pessoas, e isso as assusta um pouco, mas não me importo. Sou espontâneo e sincero, e quem gostar de mim deve me aceitar do jeito que sou.
b)   Visto-me razoavelmente, mas sei que sou conservador e que preciso me atualizar, cuidar melhor do corpo e da aparência.
c)    Sou atualizado, sem seguir muito os modismos. Geralmente causo boa impressão devido ao modo elegante de me vestir, asseio e apresentação pessoal.

5 – Em eventos sociais, como você se apresenta?
a)       Cometo muitas gafes em apresentações, cumprimentos, cortesias, comportamento à mesa. Sei muito pouco a respeito disso.
b)       Enfrento as situações. Sei que domino alguns conhecimentos, pois já li algo a respeito disso, mas não me aventuro a participar ativamente de eventos sociais muito formais.
c)     Trafego com facilidade em qualquer tipo de evento social. Saio-me bem quando me apresento e me exponho a diversas situações, formais e informais.

6 – Você foi convidado para falar  em público. O que normalmente acontece na hora?
a)        Tenho dificuldade para encontrar palavras que expressem meus pensamentos. É comum perder o raciocínio.
b)        Falo razoavelmente, embaraço-me às vezes e percebo que sinto alguma dificuldade para encontrar as palavras exatas.
c)    Falo bem, com propriedade, naturalidade e domino as palavras. Leio muito, tenho um vocabulário rico para expressar minhas idéias.

7 – Seu chefe solicitou que você preparasse uma apresentação na convenção anual da empresa. Como a estruturaria?
a)    De modo intuitivo. Como não domino nenhuma técnica e não conheço nenhum método de apresentação, ficaria em dúvida sobre planejamento, preparação e condução da palestra.
b)  Por ter algum conhecimento sobre organização e planejamento, eu estruturaria a apresentação com começo, meio e fim, subdividindo-a em partes. Mas sinto que ainda sou fraco nisso.
c)    Planejo, preparo, administro o tempo, uso adequadamente recursos audiovisuais, sei técnicas para iniciar, desenvolver e encerrar uma apresentação.

8 – Você se acha tímido?
a)      Sim, normalmente fujo de situações em que tenha de me expor diante de um público.
b)    Sim, e tenho consciência de minha timidez. Esforço-me para superá-la, mas é sempre um sofrimento quando preciso falar em público.
c)    Não. Domino meus medos e temores, conheço e uso técnicas de relaxamento, administro minhas preocupações e tensões.

9 – Sobre o uso de recursos audiovisuais:
a)    Não recorreria a nenhum, pois a fala é suficiente para que todos possam entender. O importante é o conteúdo.
b)    Por ser organizado e perceber a importância de tais recursos, procuro usá-los, mas geralmente faltam qualidade e técnicas para obter melhores resultados.
c)    Conheço e utilizo adequadamente todos os tipos de recursos audiovisuais. Escolho com cuidado imagens, conteúdo, cores, figuras, gráficos e recorro a sistemas computadorizados.

10 – Como você se comporta nas relações interpessoais?
a)    Por ser de natureza introvertida, normalmente fico quieto, evito conversar, e as pessoas não me procuram.
b)    Converso, tomo algumas iniciativas, mas só quando necessário. Exponho pouco minhas idéias.
c)    Sou espontâneo, carismático, simpático e normalmente benquisto. Tenho muitos amigos e sou popular. Muitas pessoas param para me ouvir.

11 – Qual a velocidade da sua fala?
a)     Depressa ou devagar demais. Quando falo, provoco impaciência ou nervosismo nas pessoas.
b)      Falo em velocidade normal, mas não arrisco variações. Sei que ainda falta algo para gerar mais impacto em minha fala.
c)      Administro bem a velocidade da minha fala. Faço variações, expresso corretamente minhas emoções, propiciando um impacto positivo e despertando a atenção das pessoas.

12 – Como é sua dicção?
a)    Ruim, pois falo com a boca semifechada. Tenho dificuldade com língua presa ou excessiva nasalação.
b)    Mediana. Percebo que alguns sons de sílabas ou palavras não são claros. Posso melhorar.
c)    Excelente. Falo com clareza e boa entonação, não tenho afetações exageradas de sotaque nem uso estrangeirismos. Normalmente sou elogiado pela clareza de minha pronúncia.

13 – Como você costuma se comportar em reuniões?
a)      Não falo nada; entro quieto e saio calado. Só me expresso quando questionado de algo.
b)      Participo, mas sou lacônico, não me exponho nem corro riscos. Falo o básico e o necessário.
c)      Não só participo como dirijo reuniões. Sou entusiasta, motivado, apresento, estimulo a participação dos outros. Considerando-me um líder.

14 – Qual é seu desempenho em vendas?
a)    Não vendo nada, nem a mim mesmo, e, quando vendo, tenho vergonha de cobrar.
b)    Vendo porque tenho de vender, por exemplo, minhas habilidades em uma entrevista de emprego ou em um processo seletivo.
c)    Sou um vendedor nato. Conheço técnicas, tenho sensibilidade para me adequar a qualquer perfil de pessoa, desenvolvo boa argumentação e fecho negócios. Vendo qualquer coisa que quiser.

15 – Como você se comporta em festas e eventos sociais?
a)    Normalmente fico só, converso pouco e sinto-me envergonhado de puxar um assunto ou me aproximar de alguém.
b)    Divirto-me, falo com as pessoas, em geral conhecidas. Sinto que poderia ser mais ousado, mas algo me prende.
c)    Sou alegre, extrovertido, falo com qualquer pessoa. Sei que tenho jeito para puxar uma conversa e me saio bem nesse tipo de situação.

16 – Qual é sua atitude na comunicação com outras pessoas?
a)    Não me importo com elas. Tenho meu estilo e minha personalidade. A responsabilidade de entender o que falo é do outro.
b)    Normalmente, consigo me fazer entender, mas sou resistente a mudanças. Reconheço que preciso flexibilizar mais.
c)    Tenho empatia, ou seja, sei me colocar no lugar do outro. Sei que a responsabilidade de uma boa comunicação depende muito de mim e da minha capacidade de flexibilização para me fazer entender.

17 – Como anda sua auto-estima?
a)    Não gosto de mim. Geralmente vejo-me cheio de defeitos e problemas.
b)    Gosto um pouco de algumas habilidades e capacidades que reconheço em mim. Sinto que posso e preciso gostar mais de mim mesmo.
c)    Valorizo-me e por isso sei que sou valorizado. Conheço minhas falhas e isso me ajuda a não me ver como um ser humano maravilhoso, repleto de virtudes e capacidades físicas, mentais, emocionais e espirituais.

18 – Como você avalia sua comunicação?
a)    Sou como sou, tenho um estilo definido, uma personalidade forte e penso que não preciso aprimorar minha comunicação. Que me aceitem como sou.
b)    Percebo que a comunicação é importante para mostrar ao mundo meu potencial, mas não faço nada a respeito disso. Acredito que com o tempo desenvolverei naturalmente essa habilidade.
c)    Reconheço que se não me comunico não sou nada, não sou ninguém. Sempre que posso invisto nessa competência, leio livros, assisto a seminários e palestras, faço cursos e me exercito constantemente.
Aferição do resultado:                        A = _____ X 1 = ______
B = _____ X 2 = ______
                                               C = _____ X 3 = ______    Total de pontos: ________
Fonte: Teste retirado da obra Comunicação Essencial de Reinaldo Passadori

Dinâmica do Medo

Colocar as fichas abaixo plastificadas, uma em cada caixa, sendo que as caixas deverão estar uma dentro da outra, a última caixa terá além da informação da última filipeta, um chocolate.


Fundamentação: temos medo do desconhecido e uma tendência a acreditar que sempre acontecerá o pior.


Essa dinâmica nos mostra que o desconhecido pode ser portador de coisas muito boas e que podemos e devemos nos libertar dos nossos medos.




Estamos iniciando nossa jornada rumo ao desconhecido!




Conte para os colegas da sala o seu maior medo com relação a se apresentar em público.




Entregue a caixa para a pessoa que você julga estar com mais medo no grupo.




Abra a caixa com cuidado...













Leia em silêncio:

Para merecer o seu prêmio você irá ajudar os colegas a superarem os seus medos.

Entregue uma tira de papel para cada um e peça que escrevam nela o maior medo que eles têm com relação a se apresentarem em público.

Após todos escreverem peça que eles amassem o papel e passe com a caixinha recolhendo os papéis amassados.

Depois que todos tiverem depositado o papel, diga a eles que irá jogar todos os medos deles no lixo para sempre e faça isso.